Em 72 horas, apenas na região metropolitana de São Paulo, oito assassinatos de mulheres entre 11 e 40 anos, a tiros e facadas, praticados por homens supostamete normais e trabalhadores com atitudes de predadores sexuais.
Nenhum dos casos foi de latrocínio. Feminicídio consciente e aplicado. Pessoas consideradas descartáveis por serem mulheres, sem importar a cor, classe social ou nível educacional. Não combina em nada com o retrato colorido que querem pintar de evolução social nos últimos 12 anos. Se não queremos virar México, Congo, a hora de gritar é agora.
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mais a ninguém
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Algumas atitudes, quando oferecidas, são demonstrações de cuidado – mas se
forem demandadas, invadem e sobrecarregam.
Há um dia

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