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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Alivio 1: ensino fundamental não mata

Criança saiu da escola agora à tarde feliz com a primeira aula de espanhol. Apesar de achar exagerado duas línguas estrangeiras no primeiro ano (Dora já chegou alfabetizada na classe), não posso frear um interesse genuíno, ainda mais pelo personagem homonimo Dora Aventureira ser de origem latina. Ontem li um livro para ela em inglês e ia traduzindo as frases, como ela gosta. Alguns personagens também falavam em espanhol, o que reduziu o estranhamento com o belo idioma. Estou vendo que quem vai precisar estudar mais sou eu.

De volta ao que interessa: primeiro ano do ensino fundamental

Escola nova sempre causa estranheza, tanto para nossas crianças quanto para os pais. Fizemos uma escolha para a mais nova que aparentemente pode não ter sido a mais correta. Assim, a observação fica mais intensa. Fica o receio de super valorizarmos as reações da pequena, seja com os novos colegas, seja com as "exigências" do primeiro ano do ensino fundamental. Uma coisa que incomodou foi a repentina mudança de professora. Tivemos uma reunião com todas as mães e pais e aquela que seria a educadora a lidar com nossos pequenos ao longo de 2012. Qual não foi a surpresa de encontrarmos uma outra profissional no primeiro dia de aula. Escrevi para a escola, pressionando por uma posição e ainda aguardo a resposta. E acredito que a participação dos pais seja fundamental, presentes na escola (na medida do possível, obviamente) e nos rumos propostos. O aprendizado recente pelo qual passei demonstra que não podemos deixar nas mãos da escola a condução desse proceso. Depois de uma frustrada experiência piagetiana, veremos como serão esses meses em um esquema mais tradicional. Afinal, o primeiro ano do ensino fundamental é vital para estabelecer uma relação simbiótica entre a criança e a formação do hábito de estudar, não por obrigação, mas pelo prazer de estabelecer contato com novos conhecimentos. Vamos em frente.