Mostrando postagens com marcador pedofilia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pedofilia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Crianças matam, pais se omitem: seguimos juntos na ilha da fantasia da família perfeita.

Lamento muito pelas famílias que insistem em argumentar que seus parentes adolescentes não poderiam cometer crimes hediondos por serem "bonzinhos" ou "quietinhos".  Pior ainda: atribuir "às forças do mal". Bando de patetas.

Ao mesmo tempo que rogam inocência, não querem mergulhar no universo obscuro que pode girar em torno de uma criança. Seus segredos. Seus medos. Seus conflitos. E como essa mistura pode dar em um caldo complicado quando aliada a falta de discernimento relativo aos conteúdos e a natural influência externa.

Isso, claro, quando a própria família não é O problema.

A responsabilidade pelos contextualização dos conteúdos aos quais nossos filhos tem alcance é EXCLUSIVAMENTE NOSSA. Não é a escola. Não é o pai do amiguinho ou amiguinha. Somos nós que temos a obrigação de perguntar, sempre, o que a criança viu, o que aconteceu, com o que ela teve contato.

E as formas de fazer essa investigação não podem ser a de uma investigação policia. O medo e o receio no rosto dos pais é uma máquina de estabelecer bloqueios. E quando crimes assim acontecem, sufocamos ainda mais as crianças, fechando ainda mais o canal de diálogo.

Não é o conteúdo "violento" que cria os "monstrinhos". E a falta de interesse dos pais em criar condições para o diálogo sobre tais conteúdos, sejam eles livros, filmes, games, sites, apps.

Minhas filhas serão assassinas por terem lido os livros e assistido ao filme "The Hunger Games"? Não sei. Mas tenho um papel fundamental em fazer as separações entre realidade e fantasia literária/cinematográfica.

De acordo com cada faixa etária e capacidade intelectual, psicológica, estudar, consultar especialistas e entender como construir um ambiente de confiança mútua e respeito para que elas possam expor dúvidas e receber proteção. E, quanto ao aprendizado, é um caminho de mão dupla.

Minhas filhas se tornarão viciadas em sexo ou candidatas a vítimas de abuso sexual ao se depararem acidentalmente (ou em buscas movidas pela curiosidade) com pornografia na Internet? Não sei, mas tenho um papel vital em mediar esses contatos com seus períodos de vida e maturidade emocional.

No caso do ambiente digital, quem não monitora o que seus filhos andam lendo ou conversando cedo ou tarde vai enfrentar problemas. Não existe ambiente seguro e isolado de predadores. E predadores nem sempre são as pessoas distantes, que existem apenas nas páginas de jornais. Podem ter idade semelhante. Podem ser vítimas reproduzindo comportamentos.

Em nossa época tínhamos pornografia, predadores sexuais e toda sorte de ameaças. Mas o volume e a facilidade ao acesso sem controle era infinitamente menor. A chance de uma criança de sete anos topar com um conteúdo de bestialismo, morte ou sexo com crianças era muito, muito remota. Videos e revistas sobre tais temas eram quase inexistentes e de difícil alcance. E difíceis de esconder.

Hoje, não. Ao alcance de um clique. Ou pesquisa por comando de voz. E qualquer criança sabe apagar um histórico de navegador.

As ferramentas de controle que temos a OBRIGAÇÃO de habilitar nos dão um mapa completo de suas navegações ou conversas. Muito além do histórico. Registro de IPs e horários. Registro de diálogos. Não é invasão de privacidade. Enquanto viver em minha casa, sob minha responsabilidade e for menor de idade, vai ter que seguir regras. Simples assim. E regras precisam ser transparentes.

Como sugestão, façam um teste agora.

Nada mais inocente do que o Youtube, certo? Quem ai não tem filhos que passam boa parte do dia vendo Carrossel, Violeta ou outras porcarias dessas, seja no computador, tablets ou smart tvs?

Então digitem uma palavra comum no cotidiano de qualquer família, como "esposa", por exemplo".

Contem-me do resultado.

E ai, entenderam? Caiu a ficha? Pois é.

E, depois, me digam se não devem usar o filtro de conteúdo presente no You Tube, Google, DuckDuckGo e até mesmo nos sistemas operacionais e roteadores, bloqueando palavras específicas e IPs de determinados sites que, como adultos, conhecemos bem.

Se você tem wifi em casa, é possível ter o acesso dos adultos livre e limitar o dos dispositivos das crianças (celular/ smartphone, iPod, câmeras digitais com acesso wifi, tablets e afins).

Vai emprestar o tablet? Bloqueie conteúdo. Dá trabalho? Muito menos do que lidar com filhos menores nas páginas policiais.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Vai conversar com sua filha agora ou vai esperar o sangue ser derramado?

No Brasil o cenário não é melhor do que na Índia quanto aos abusos sexuais em crianças. Principalmente da classe média para cima. Não vamos nos iludir. O relatório tem 82 páginas. Mas é leitura obrigatória para pais e mães, principalmente aqueles que estão decidindo agora se terão filhos.

Não procure ameaças fora de casa, apenas. Tente identificá-las em seu círculo seguro antes. Tapar o sol com a peneira não adiantará muito depois que os crimes acontecerem.

Vejam, não estou falando de meninas de 11, 12 anos que começaram a vida sexual de forma precoce, mas de maneira saudável e bem orientada, seja através da masturbação, seja através de relacionamentos eróticos-afetivos com outros meninos e meninas de faixa etária semelhante.

Nossas filhas usam a intenet, tem contato com as próprias sensações eróticas e conversam sobre o assunto na escola, com suas amigas. Sim, elas sabem o que acontece e o que as interessa. Somente não precisam tomar decisões antes que a própria vontade as conduiza a isso.

Fomos crianças e pré-adolescentes também. Temos nossas lembranças e sabemos bem como são as coisas...

Falo aqui do abuso sistemático e predatório de meninas de 2, 3, 4, 5 anos de idade, que é feito de maneira muitas vezes lenta e gradual, sempre com a coação, silenciosa ou não, como ferramenta.

Ficar em silêncio não ajuda em nada. Em nenhuma classe social.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Brasil: o País do Feminicídio/Infanticídio.

E a epidemia de feminícidio no Brasil continua crescendo.

Se um (a) sujeito (a) concebe um ato dessa natureza não é apenas por desejo individual ou prazer, é por acreditar que é possível fazer e viver normalmente depois.

Não é.

Não é a falta de oportunidades sócio-educacionais que leva a esse tipo de crime, pois acontecem DIARIAMENTE em todas as classes sociais.

Obviamente do caso Ana Lídia até hoje, a visibilidade para esses crimes aumentou. Mas ainda se trata do assunto tapando o sol com a peneira.

E, se a mulher ou menina não morre, sempre será vítima duas vezes, pois recebe ainda a presunção de culpa por estimular a lascividade alheia. "Olha como ela se comporta", "Também, com aquela roupa...", "Ah, ela queria que ele parasse no meio, já tinha liberado...", "Olha lá, parece uma miniputa, igual a mãe".

E por aí vai.

Ninguém deve morrer por ser mulher, independentemente de seu comportamento sexual ou aparência física.

Ninguém deve morrer por ser criança e não ter como defender-se do próprio pai, mãe, parente, amigo, vizinho.

Mas uma criança nem sempre tem a oportunidade sequer de falar algo, de gritar, de implorar antes de ser seviciada.

Como comprender o terror de tal ato? O que ela fez para merecer ser tratada daquela forma? Não disseram que era amada e tinha o direito de existir?

Em muitos casos, pouco ou nada sabemos da vida pregressa daqueles que colocamos em contato direto e íntimo com nossos filhos. Acreditamos que o suposto amor ou afeição (quando nossas carências obliteram nossa razão e condenam nossos filhos e entes queridos à morte) que alguém possa sentir por nós mesmos possa ser transferido automaticamente para nossa prole. Erra quem pensa assim.

Também erra quem pensa que homens ou mulheres idosos ("Mas ela tem netinhos. É de confiança") e qualquer outra pessoa que achamos fragilizada, não mereçam ser investigados antes de receberem a responsabilidade de estar com nossos filhos.

Sim, na maioria dos casos, nós podemos evitar. Nós podemos prevenir. Nós temos a obrigação de não achar que, conosco, no nosso saudável, educado e protegido círculo pessoal, não vai acontecer.

Segundo pesquisa do Programa de Psiquiatria e Psicologia Forense do Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP), em 88% dos casos de abuso, estupro, violação e tortura de criancas e mulheres, os agressores fazem parte do círculo de relacionamento pessoal da família.

63% das vítimas são meninas com menos de 10 anos de idade. Crianças.

38% das agressões sexuais contra meninas são cometidas pelos pais naturais.

Naturalmente, sábios como somos, preferimos ignorar essa estatística. Não é conveniente à uma boa vida social ou familiar. Imagina, suspeitar de fulano (a)...

Das altas esferas do poder Federal à sarjeta, existem milhares de brasileiros que acham natural violentar, torturar e matar mulheres de todas as idades.

Parentesco e paternidade não são motivos de impedimento. Leiam sobre o caso Ana Lídia, citado acima, e perceberão.

Como não estou a procura de simpatia online, deixo claro não existe recuperação para pessoas assim. São lixo não reciclável. Todos. Sem exceção.

Me apresentem um (a) predador sexual recuperado (a) e te mostro um grande mentiroso e manipulador.

Não quero meus impostos utilizados para alimentar, vestir e manter vivos esses seres depois de suas atrocidades.

Regras são regras.

Finalmente a Google tomou vergonha e está deletando todas as contas de menores de 13 anos, seja no Gmail, seja no Orkut. Espero que o Facebook faça o mesmo. O resto é com os pais.

Tudo que estiver ao nosso alcance para reduzir assédio online aos menores de idade deve ser feito.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Miniputas

Sabem o resultado de ser irmã da Miley Cirrus (antiga Hanna Montana) e filha de uma mulher que trai seu amado (e careta) pai com o Brett Michaels (lembram dele)?

Você dai dar uma festinha de pole dancing e lançar uma coleção de lingerie sexy para crianças aos 9 anos de idade. Celebridade precoce com destino de vida.

Pode guardar a vaga dela na clínica Betty Ford.

Porra, deixem as crianças serem crianças! Parem de vender seus filhos como pedaços de carne.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Na escola não. Nunca. Na sua casa, o problema é seu. Depois não diga que não avisei.



existe uma visão estúpida de achar que no terreno pantanoso do sexo entre adultos e jovens, quando é com meninos, tudo bem. Tem pai e mãe que chegam a relatar tais casos com orgulho. "Afinal ele ja é um homenzinho, já tem 15 anos", dizem. É preciso separar as coisas: na escola, com professores ou funcionários, não. Sob o risco de não conseguirmos mais discutir com eles normas de conduta em sociedade. Depois choramos as consequências da "largação".

quarta-feira, 24 de junho de 2009

deus, o vaticano e a CNBB amam, veneram e protegem os padres pedófilos. você também?

temos filhos pequenos e gostamos de proteger nossa cria. alguns recorrem à palavra divina, a deus, a igreja, na tentativa de estabelecer relações entre o bem estar dos pequenos e a espiritualidade controlada pela empresa multinacional Vaticano Inc A.K.A, igreja católica para gente que ama deus.

meses atrás, alguns leitores, também pais, questionaram, com virulência típica de quem passou a vida sendo enganado e abusado, o meu posicionamento quanto ao ensino religioso institucional. quando falei mal do arcebispo que queria excomungar a familia e a menina de 9 anos que fora engravidada após sucessivos estupros no ambiente familiar.
na ocasião, o mesmo facínora religioso defendia o agressor.

ao mesmo tempo, sucessivos casos de violência sexual praticada por padres católicos, em todo o Brasil, tomaram conta do noticiário nos primeiros meses de 2009. Lembro que, tradicionalmente, o que chega a imprensa é apenas a ponta do iceberg, a cabecinha...

feito o levantamento dos últimos 10 anos apenas, vivemos um cenário de epidemia de violência sexual ligada ao ministério religioso. culpa apenas da igreja? não. culpa dos pais mal instruidos, que entregam a vida e integridade de seus filhos nas mãos de deus (ou em troca de perdão divino, cesta básica e alguns trocados para o crack e a cachaça).

ontem mais um padre pedófilo foi pego EM FLAGRANTE. Sul do Brasil.

o que o Estado brasileiro está esperando para romper com a igreja? para decretar uma profunda investigação nas instituições religiosas? rabo preso.

não é possível que tantos casos envolvendo apenas uma ocupação sejam tratados apenas como ponto fora da curva.
é sistemático. algo na formação desses doentes, ou ate mesmo na doutrina celibatária leva esses monstros de batina a treparem com os seu filho, a molestarem nossas filhas. sistematicamente.

onde estão os defensores dos direitos humanos, que adoram fazer passseatas, vestidos de branco (com a foto do filho mortinho estampada no peito) na orla carioca e abraçar a Lagoa pedindo o fim da violência contra a inocente classe média?

cade essa gente para ir as ruas protestar contra a violência da igreja contra as crianças brasileiras? será que ao serem violentadas por padres, elas foram menos vítimas ou sofreram violência menor do que o garoto arrastado pela rua preso a porta do carro roubado por meninos bandidos?

a turma que cresceu sob a batina vai esperar uma criança morrer empalada na pica de um padre famoso para fazer seu manifesto. tarde demais, como sempre.

hoje, é mais interessante fazer passeatas em favor dos iranianos. claro, não está acontecendo nada aqui no Brasil que justifique qualquer tipo de manifestação. está tudo bem com nossas crianças, protegidas pelas cercas elétricas das creches e condomínios e aconchegadas no banco de treas de nossos Tucsons enquanto dirigimos imprudentemente falando ao celular, espreitando o mundo real, (repleto de pretos perigosos, de funk e de coisas ruins) pelas frestas dos vidros escurecidos ou a prova de balas.

graças a deus

enquanto isso, a turma que não paga imposto, vive da exploração da pobreza, cultiva a ostentação e o luxo e goza (goza? sim, goza...) de e na nossa cara e de nossos filhos continua seu papel histórico de subjugar o próximo. com o seu apoio. com o seu dinheiro. com as missas que você frequenta e encomenda. com as aulas de catecismo que você financia, com o curso de batismo, com os casamentos de branco que não duram um ano.

tem vilão nessa história. nós sabemos quem são. está na hora de dar o troco. eu não vou ficar de braços cruzados esperando.

os omissos e covardes que esperem a putaria dos padres da igreja católica chegar até a pia batismal, na frente de vocês. com o filho de vocês.

amém.