
Desde 2007 eu venho alertando a turma para o absurdo hiperdimensional da eleição de Obama. Cada vez mais as pessoas parecem não ter nocão de como se faz uma eleição nos EUA, e caem feito patinhos nas armadilhas midiáticas.
Para parar de falarem besteira, sugiro a leitura de "
Packagin the Presidency", escrito por
Kathleen Hall Jamieson, Ph.D e que custa apenas 22 dólares na Amazon.com. No link acima vocês podem ler de graça. Sem desculpas então para continuar falando bobagem.

Aliás, o
instituto para o qual esse mulher brilhante trabalha também estuda os efeitos maléficos da mídia sobre a formação intelectual e moral de nossos filhos.
Mesmo que você tenha respostas prontas do tipo "mas eu cresci vendo meu pai bater na minha mãe, foder a minha irmã mais nova, a porrada, racismo, homofobia e trairagem comendo solta no pica-pau, tom e jerry, coyote e trapalhões e sou uma ótima pessoa, não sou racista nem violento", vale a pena ler os artigos e refletir sobre aquilo que lhe parece óbvio, mas está longe de ser espontâneo.
Escrevam para o seu comentarista de política externa no seu jornal favorito e perguntem se ele já leu. Se a resposta for evasiva, saiba que vai continuar lendo e relendo bobagens pelas quais você paga 2 reais toda manhã na banca mais próxima.
Vários posts depois, o homem está eleito e aidna vejo brasileiros vestindo em seus fihotes camisetas com a estampa do presidente POP, como se fosse um santo salvador.
Burrice.
Obama é apenas o novo retrato da escravidão, da submissão travestida de poder, caminhando na corda bamba para cumprir a agenda branca da chefia.
Como já lembrei, sua primeira mediada foi intensificar a guerra no Afeganistão, aos custo de bilhões de dólares. Dinheiro esse que a máquina de guerra, dominad por oligarquias brancas (me apresentem um entre os 100 maiores fabricantes de armas de guerra do mundo que tenha seu board de diretores e conselheiros formado por negros e hispânicos democratas...perda de tempo, não vão achar).
Minha filha mais velha estava prestes a completar 8 anos ao ser contaminada pela sanha de tietagem que assolou o Brasil, mas pude conversar a tempo e explicar que Obama não é um herói dos pretos. E muito menos para os pretos brasileiros.
Joaquim Barbosa, nosso ministro no STJ, esse sim merece loas pelo seu posicionamento como homem, cidadão e magistrado. Mas não aprecia a ribalta, as luzes vazias da fama. Está certo ele. O melhor que ele pode fazer é tentar ajudar a educar esse país pela palavra e pelo trabalho.
Cade os designers brasileiros para fazerem uma estampa vetorial deste homem preto? Ah, ninguém? Pois é....Hype de preto gringo é mais style...

A última do escravão, que é odiado por parte da sociedade influente e pelo governo paralelo americano, (leia-se agências de informação - ainda traduzidas como de "intelgência" pelo tosco jornalismo tupiniquim - militares de alto escalão e a direita mais ortodoxa) é negar ao mundo e aos americanos o direito de ver as imagens que a suposta guerra ao teror produziu: torturta sádica, com pouco efeito na obtebção de informações valiosas para deter a suposta ameaça terrorista orquestarda pelo islamismo radical e bárbaro.
Os agentes do Islã são bárbaros. Nós não. Nós fizemos isso por você!!!! Essa é a mensagem de Obama.
Obama só não é mais pateta do que Lula, Chavez e Castro. É um alento.
Assim, quando converso com minha filha sobre o nosso papel no mundo, tenho a dura tarefa de não deixar que ela cultue mitos vazios, facilmente estampados em camisetas antes de mesmo de sequer terem trabalhado em prol de mehoras significativas para o seu próprio povo.
O cara acabou de completar 100 dias de governo e a mídia brasileira foi incapaz de tecer comentários relevantes sobre a nova geopolitica sob a luz de um mundo sem medo dos EUA. Sabe o que os grandes jornais fizeram? Mandaram os correspondentes internacionais fazerem fichamento dos semanários americanos.
Para o dia a dia, mais fácil é comprar o direto de artigos publicados no New York Times e Washington Post.
vou propor um exercício simples, para situar o leitor quando a importância do jornalismo brasileiro e suas opniões no mundo.
Visitem o site dos dois jornais citados e vejam quantas mateerias e reportagens de diários brasileiros foram publicadas e tiveram seus direitos comprados. Comparem agora com o jornal diário que você lê. Faça a mesma coisa: anote as matérias estrangeiras.
Conclusão: o jornalismo brasileiro é incapaz de ajudar seus leitores em formação a pensar o mundo. Nossas crianças vivem com a ilusão de que fazem parte de uma comunidade global. Acam isso só porque viram cenas de guerra em seu videogame favorito ambientadas em cidades brasileiras.
Ou será que é por causa do Google ter página em português e o Orkut ser dominado por brasileiros de cueca?
Um mundo onde pretos da Somália desafiam barco de guerra das mais poderosas nações do mundo e sequestram, toda semana, navios mercantes que navegam no oceano índico.
Puxa, que dor de cabeça para os professores que ensinam criancas que cresceram vendo no Fantástico e no Globo Repórter as criancas da Somália morrendo de fome e toneladas de ajuda obtidas em shows de rock gigantescos, regados a cocaína em bom mocismo de mullet, como aquele praticado pelo tosquinho do Bono Vox.
Aqueles pretinhos magricelos cresceram com acesso a técnicas de combate, desejos de consumo e acesso a internet.
Mas aqui no Brasi, país rico e culto, benchmark de nação bem sucedida, assuntos espinhosos não devem chegar a mesa das famílias. Devem ficar escondidos em notinhas no jornal de embrulhar peixe, com espaço menor do que a meningite estio "CARAS" do filho da Claudia Leite.
As fotos que ilustram esse post mostram a tortura que tanto abominamos em nosso discurso sendo praticada pelos criadores das marcas e hábitos de consumo que sustentamos nos últimos 40 anos.
We love the american way of life.