da pena das garotinhas que acham que maternidade enfeia a mulher. No processo de "burrice seletiva", as cabecinhas de tais moças só conseguem lembrar de exemplos desabonadores.
Os poucos neurônios não conseguem relacionar com maternidade mulheres belas e atuantes.
Fico impressionado com elas esquecem das milhares de mulheres lindas que têm um ou mais filhos. Algumas até famosas, mas a grande maioria as anônimas que encontramos no trabalho, no cinema, em shoppigns, na praia, sempre acompanhadas da prole.
Eu acho o máximo.
Além do mais, marcas de cesariana (é, ainda existem vítimas dessas quasesempre desnecessárias cirurgias...), peitos supostamente caídos (acreditem, vocês exageram...) estrias e celulite não são os detalhes que contam. Deve ser um infortúnio passar boa parte da vida ao lado de uma "porta", uma companheira burra mas com o corpo supostamente impecável. Triste, mesmo.
Tem que ser um homem muito babaca ou limitado para ficar sacaneando a mulher por ela estar "caída". Ah, vai casar com uma boneca inflável, pô!!!
Muitas dessas moças (hétero e homossexuais - entre as lésbicas e bi a cobrança para evitar a maternidade em prol da estética é ainda mais forte, mas não é politicamente correto falar nisso...) ainda estão no esquemão que envolve sofrer na balada pela atenção do outro e ainda depender da aprovação alheia. Usar o corpo é muito mais fácil do que recorrer à intelectualidade. E a insegurança que alimentam não deve proporcionar um sexo dos mais interessantes também...Tô fora.
Quem critica a maternidade, principalmente baseado em quesitos estéticos (fora os que defendem a teoria falaciosa da fome mundial...) demonstra uma clara tendência à intolerância e pouco respeito pela própria existência.
Imagino o que pensariam elas dessa mãe, uma bióloga carioca que decidiu usar o próprio corpo para garantir a sobrevida da filha que tem uma doença rara. Ela testa alimentos e substâncias que possam garantir um leite adequado à sua filha, que pode morrer ao ingerir algo inadequado. As seqüelas são um corpo com chagas e uma quase cegueira.
Mas a ligação com a vida está ali, plena. E, no fim, acho que é isso que conta.
Quanto a ajudar em casa, principalmente com os pequenos, fica a dica: mesmo as mulheres bem resolvidas eventualmente pintam as tarefas com tintas dramáticas. São tantas as dicas e cuidados e vontade de manter o controle que os homens que não são naturalmente devotados aos deveres domésticos se assustam.
Vale deixar rolar e não reclamar do jeito que fazemos as coisas. Como coloquei num dos últimos e mal-criados posts do meu blog, algumas vezes temos mais discernimento do que as mães para resolvermos certos problemas com os filhos e nas tarefas diárias. O motivo? Simplesmente porque percebemos as coisas de forma diferente, quebrando alguns paradigmas de puericultura e educação infantil.
Se quiserem ter o(a) companheiro(a) ajudando, deixem ele(ela) livre para tomar decisões. Funciona melhor e evita que se sintam "sob comando".
photo saturday: barbarian buttons
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A character sometimes starts with a single thought. In this case, the
thought was... "what if Bar...
Há 5 dias