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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Menina de 12 anos estuprada em ônibus na zona sul do Rio: o feminicídio continua

Falei ontem sobre castração química. Hoje, sou favorável à morte. Sujeitos assim são irrecuperáveis. Tenho uma filha dessa idade. Me solidarizo com a dor da menina e dos pais.  O que dizer para essa menjna? Que vai ficar rudo bem? Que isso acontece? Cade os direitos humanos dessa menina? Cade, Sergio Cabral, Governador do Estado do Rio de Janeiro? O merda que fez isso não fez por motivos econômicos. Fez por crueldade. Precisa morrer por isso. Repito: epidemia de violência contra mulheres e meninas. Meio dia. Rio de Janeirro, zona sul. Não é um grotão ou recanto sem lei. É a cidade olímpica. Rio 2016. Quando falo, sou chamado de paranóico. Ai está.

domingo, 23 de outubro de 2011

Estereótipos na TV: munição para criminosos

Continua acontecendo. Na cidade que vai receber s Jogos Olímpicos de 2016. Uma cidade que deveria ser plural ao lidar com suas diferenças, mas que enconde em suas entranhas uma guerra racial, um vontade inglória de limpeza étnica.

Negros, só como serviçais, futebolistas, esportistas de destaque ou artistas. Outras manifestações são falsamente toleradas por uma parcela da sociedade que se não significativa numéricamente, o é em suas relações com o poder estabelecido. Perigosos por serem da classe ainda dominante. Perigosos por serem temidos por aqueles que deveriam nos proteger.

Uma senhora agredida é vista como "curiosidade". Como se ser chamado de "negro macaco" fosse algo que devesse merecer perdão. Não o é.

Essas pessoas que cresceram rindo dos Mussuns e Macalés da vida acham normal violentar a negritude usando referências desagradáveis. Como se fossemos o lixo das etnias, "acostumados" a sermos agredidos grauitamente.

Incrível, mas tem gente que não só acha normal, como acha aceitável.

Eu não acho. Eu não tolero. Eu vou lutar contra os racistas até o fim da minha vida.